Rapidinhas da Política Nacional do Blog “Nilton do Rim”

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Redação, 31.01.17  09.47 h

1)Humberto Costa e Jorge Viana, defensores de Eunício Oliveira, estão de mal com Lindbergh e Gleisi Hoffmann, acusados pelos colegas em recente reunião do partido de “incitarem a militância” e “agirem como adversários”.

Detalha a coluna Radar:

“Em dado momento, os presentes lembraram que ninguém levantou a palavra quando o PT negociou com o PMDB o fatiamento do processo de impeachment de Dilma Rousseff, justamente no dia em que ocorreu o que eles chamam de golpe, e, por isso, atirar pedras contra a eventual aliança com Eunício seria patético.”

2)“Emissários de Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral, que procuraram advogados para orientá-la numa eventual delação premiada dizem que ela tem um trunfo na manga: o Judiciário, e não apenas do Rio”.

O recado foi dado por Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo.

Não parece ser uma proposta de delação – parece ser um achaque.

3)Membros de um conselho de supervisão indicados pelo Ministério da Fazenda para acompanhar o acordo com o Rio de Janeiro terão acesso direto a contas, senhas e demais instrumentos do sistema de execução e controle fiscal do governo fluminense, informa o Estadão.

4)O Valor e a Folha de S. Paulo concordam que o novo relator da Lava Jato será escolhido por sorteio entre os inimigos da Lava Jato.

Diz o Valor:

“A expectativa é que o nome do novo relator da Lava Jato seja escolhido por sorteio. A tendência que se traçava ontem era de fazer o sorteio apenas entre os integrantes da 2ª Turma do STF – composta pelos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.

Mas o martelo ainda não foi batido. Também existe a possibilidade de que um ministro peça para trocar da 1ª para a 2ª turma, ocupando o lugar deixado por Teori. O nome mais cogitado para essa mudança é o do ministro Edson Fachin. Mesmo com essa possível mudança, a percepção é que a maioria da turma seria contrária aos atuais rumos da Lava Jato”.

E a Folha de S. Paulo:

“Cármen Lúcia agora pretende fazer um sorteio entre os integrantes da 2ª Turma do tribunal para definir quem assumirá a relatoria da investigação (…).

Último a entrar no STF, Fachin poderia migrar caso os outros quatro ministros mais antigos – Marco Aurélio Mello, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber – não queiram mudar de turma.

Para isso, Fachin deveria apresentar um ofício à presidente do STF formalizando o pedido e então poderia participar do sorteio para ser o novo relator da Lava Jato”.

5)Cármen Lúcia tentou evitar que o novo relator da Lava Jato fosse um inimigo declarado da Lava Jato, mas não deu certo.

Diz Eliane Cantanhêde, do Estadão:

“Prudente, a ministra consultou cada colega em busca de consenso para a indicação. Pensou-se em uma brecha para nomear o decano Celso de Mello, mas essa brecha não surgiu e, além disso, ele anda com fortes dores no quadril.

Depois, trabalhou-se a ideia de transferir o mais novo, Edson Fachin, para a Segunda Turma e para o gabinete de Teori, onde ele herdaria tudo, dos processos em andamento – incluída a Lava Jato – aos três juízes auxiliares. Cármen Lúcia vetou: ‘Não tem precedente’.

É assim que, apesar de ministros (e pessoas de bom senso) torcerem o nariz para o sorteio, não vai ter jeito.

Até ontem à noite, as tratativas continuavam freneticamente no Supremo, onde até o procurador Rodrigo Janot deu uma passadinha, mas tudo caminhava para um bingo entre os da Segunda Turma: além de Fachin, recém-chegado, Celso de Mello, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli”.

Considerando que Celso de Mello está com “fortes dores no quadril”, presume-se que o relator da Lava Jato será um dos outros quatro.

6)A liberação das contas inativas do FGTS deve levar ao saque de 41,4 bilhões de reais pelos trabalhadores.

De acordo com um estudo do Santander divulgado pelo Estadão, o PIB brasileiro poderá ter um ganho de até 0,4 ponto percentual neste ano e em 2018.

7)Sérgio Cabral quer fugir do juiz Marcelo Bretas.

O Globo informa que, para tentar levar seu processo para o STJ ou para o STF, Sérgio Cabral citou em sua defesa o senador Eunício Oliveira e o governador Luiz Fernando Pezão.

Diz a reportagem:

“Os advogados do ex-governador tentam tirar o caso da Justiça do Rio via STF. O argumento, neste caso, é a suposta propina de R$ 2 milhões a Cabral que teria sido disfarçada de doação da Andrade Gutierrez ao Diretório Nacional do PMDB na eleição de 2010. O pagamento foi registrado no TSE, e o recibo foi assinado pelo senador Eunício Oliveira, que tem foro no STF e era o tesoureiro do partido na ocasião”.

Sérgio Cabral aposta que será sorteado no STF.

8)O promotor André Freitas quer transferir Eike Batista de Bangu 9 para o Ary Franco.

Ele disse a O Globo:

“Este interno não tem o perfil desta unidade (Bangu 9). Ela é vinculada a milicianos e servidores presos. Ele deveria ficar na Galeria C do Ary Franco, onde estão os presos federais que não têm curso superior. É um presídio com grande incidência de celulares. Quem errou foi quem determinou isso. Não é um presídio ideal, mas não teria qualquer risco (à segurança)”.

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